Newad Advanced AdTracking
O cliente ou anunciante normalmente define finalidades, campanhas, eventos, plataformas, bases legais e escopo da coleta, atuando como controlador.
A Newad normalmente opera o AAT seguindo instruções contratuais e configurações aprovadas, podendo atuar como operadora. Em fluxos de segurança, suporte, administração da plataforma e relação comercial, pode atuar como controladora independente.
O AAT não precisa nem solicita dados sensíveis para operar mensuração, atribuição, audiências ou relatórios. Senhas, dados de cartão, CVV, documentos em texto claro, dados sensíveis desnecessários e dados de crianças/adolescentes sem análise específica não devem ser enviados ao AAT.
As bases legais variam conforme cliente, país, campanha, finalidade e tipo de dado. No Brasil, podem incluir consentimento, execução de contrato, obrigação legal, exercício regular de direitos, legítimo interesse e prevenção a fraude, conforme aplicável.
Quando uma categoria for negada, ausente ou inválida, o AAT poderá limitar coleta, descartar campos, reduzir granularidade, bloquear dispatch para destinos ou registrar eventos de forma agregada/pseudonimizada.
O AAT pode usar cookies, local storage, identificadores first-party, parâmetros de URL, pixels, requisições HTTP, headers e logs para manter continuidade de sessão, respeitar preferências e medir jornadas. Cookies ou identificadores não essenciais devem observar as regras de consentimento e transparência aplicáveis ao projeto.
Dados podem ser disponibilizados ao cliente, anunciante, agência, usuários autorizados, plataformas contratadas, fornecedores de infraestrutura e autoridades quando houver obrigação legal.
Prazos de retenção dependem de contrato, finalidade, módulo contratado, necessidade operacional e política do cliente. Titulares podem solicitar acesso, correção, anonimização, eliminação, informações sobre compartilhamento, revogação de consentimento e demais direitos aplicáveis.
Quando um usuário autoriza a Newad, via OAuth do Google, a acessar sua conta do Google Tag Manager e/ou Google Analytics, essa autorização é usada exclusivamente para provisionar e publicar a tag de coleta do AAT no container indicado pelo próprio usuário, e, opcionalmente, configurar uma propriedade/fluxo de dados do Google Analytics — nunca para qualquer outra finalidade.
O que é acessado: metadados de contas, containers, workspaces, tags, triggers e variáveis do Google Tag Manager; e metadados de contas, propriedades e fluxos de dados do Google Analytics — apenas o necessário pra criar/atualizar a tag e publicar a versão do container. Não é lido nenhum dado de navegação de terceiros através dessa autorização — ela dá acesso à configuração da conta Google Tag Manager/Analytics, não aos dados coletados por ela.
Armazenamento: os tokens de acesso e atualização (access/refresh token) concedidos nessa autorização são armazenados de forma segura no Firestore (Google Cloud, projeto da Newad), nunca expostos ao navegador nem a nenhuma interface pública — só o backend da Newad os usa, em chamadas servidor-a-servidor às APIs do Google.
Compartilhamento: esses tokens e os dados obtidos por meio deles nunca são compartilhados com terceiros. São usados apenas pelos sistemas da própria Newad, para agir em nome do mesmo usuário/conta Google que concedeu a autorização.
Retenção e revogação: os tokens são mantidos enquanto a conexão estiver ativa (durante e após a instalação, para permitir republicação futura da tag se necessário). O usuário pode revogar o acesso a qualquer momento diretamente nas permissões da sua conta Google (myaccount.google.com/permissions) ou solicitando a desconexão à Newad — a revogação não afeta dados já coletados pela tag, só impede novas alterações na configuração do GTM/GA4 por meio dessa autorização.